O ProtoMedi organiza PCDTs, Conitec, Anvisa, Bulário, CFM, CRMs e outras fontes brasileiras em fluxos estruturados, com controles de privacidade, versionamento e revisão médica no centro da consulta.
Testar grátisRespostas baseadas em documentos oficiais brasileiros, com fonte, contexto e rastreabilidade.
As respostas chegam como minutas e orientações para o médico revisar, adaptar e documentar.
Fluxo orientado a perguntas clínicas desidentificadas, conta individual e trilha de acesso.
A página reúne segurança do produto, governança de fontes e o estudo sobre documentos oficiais da saúde brasileira.
PCDTs, Conitec, Anvisa, Bulário, CFM, CRMs, SIGTAP, CID-10 e demais bases brasileiras entram em fluxos objetivos para o dia a dia médico.
Consultas e minutas podem registrar fonte, versão, data e parâmetros usados, facilitando prontuário, parecer, auditoria e justificativa técnica.
O produto privilegia fontes oficiais, sinaliza lacunas e preserva o caminho da informação usada na resposta.
O ProtoMedi combina documentos clínico-normativos, normas profissionais, regulação sanitária e controles técnicos de segurança.
| Referência | O que sustenta | Como aplicar no ProtoMedi |
|---|---|---|
| PCDTs, DDTs e Protocolos de Uso | Diagnóstico, tratamento, acesso a tecnologias, monitoramento e recomendações baseadas em evidência no SUS. | Organizar a resposta por critérios oficiais, fonte consultada, versão, indicação, exceções e necessidade de revisão médica. |
| RDCs, INs e normas da Anvisa | Segurança, qualidade e eficácia de medicamentos, dispositivos médicos, produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária. | Direcionar consultas para bases oficiais e tratar regras sanitárias como parâmetros de segurança, não como conteúdo opinativo. |
| Bulário Eletrônico da Anvisa | Bula do Paciente e Bula do Profissional de Saúde, com indicação, contraindicações, advertências, reações adversas e modo de uso. | Usar bulas oficiais como fonte rastreável para consultas de medicamentos, com linguagem compatível com o contexto clínico. |
| Resoluções, pareceres e normas CFM/CRM | ética médica, responsabilidade profissional, sigilo, documentação, telemedicina, IA, publicidade e fiscalização profissional. | Manter a resposta como apoio informacional revisável, preservando decisão clínica, sigilo e responsabilidade do médico. |
| Resoluções CFM sobre prontuário e documentos médicos eletrônicos | Requisitos de autenticidade, integridade, confidencialidade, segurança, assinatura e guarda documental quando aplicáveis. | Oferecer minutas revisáveis, identificação profissional, trilha de geração, controle de integridade e fluxo compatível com assinatura qualificada quando necessário. |
| LGPD, Manual SBIS/CFM e NGS2 | Dados de saúde são sensíveis e exigem finalidade, necessidade, transparência, segurança, autenticação, autorização, auditoria e confidencialidade. | Adotar minimização de dados, consultas desidentificadas, controle de acesso, logs, segregação de perfis, criptografia e política clara de retenção. |
| RDC Anvisa nº 657/2022, RDC Anvisa nº 751/2022 e ABNT NBR IEC 82304-1 | Referências para software em saúde, classificação regulatória, finalidade de uso, análise de risco, ciclo de vida e manutenção. | Documentar escopo, finalidade informacional, instruções de uso, validação, versionamento, vigilância regulatória e controle de mudanças. |
Os números abaixo mostram a dimensão técnica da rede que produz, revisa, delibera, aplica e fiscaliza documentos oficiais de saúde.
Os controles abaixo traduzem as fontes e normas em requisitos práticos para produto, desenvolvimento e infraestrutura.
As ferramentas coletam parâmetros mínimos, montam consulta estruturada e encaminham ao fluxo de resposta baseado em fonte oficial brasileira.
Atualizações de fontes e funcionalidades precisam manter registro, versão, origem e comunicação clara quando houver impacto no uso.
A segurança é requisito permanente, com prevenção, detecção, resposta e melhoria contínua.
O uso seguro depende de controles técnicos, revisão médica e políticas institucionais bem definidas.
Fornece controles de segurança, transparência, rastreabilidade, governança de dados, logs e comunicação clara sobre o funcionamento do produto.
Usa conta individual, preserva dados do paciente, revisa a resposta, decide clinicamente e documenta no prontuário oficial.
Define políticas internas, base legal, permissões, integração com prontuário e responsabilidade pela guarda documental quando houver uso institucional.
As referências abaixo sustentam a síntese sobre documentos oficiais e segurança do produto.
PCDTs, normas da Anvisa, Bulário e normas CFM/CRM concentram evidência científica, experiência profissional, deliberação colegiada e capacidade institucional acumulada. O ProtoMedi transforma essas fontes em consulta estruturada, rastreável e revisável.
O ProtoMedi entrega informação médica oficial com privacidade, rastreabilidade e clareza para o médico.